O Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção foi lançado no dia 22 de junho de 2006, por iniciativa do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, UniEthos - Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime (UNODC) e Comitê Brasileiro do Pacto Global.
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O Pacto Empresarial pela Integridade e Contra a Corrupção foi lançado no dia 22 de junho de 2006, por iniciativa do Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, UniEthos - Formação e Desenvolvimento da Gestão Socialmente Responsável, Patri Relações Governamentais & Políticas Públicas, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Escritório das Nações Unidas Contra Drogas e Crime (UNODC) e Comitê Brasileiro do Pacto Global.

A partir de dois seminários internacionais realizados em São Paulo e Rio de Janeiro em 2005 com a participação de representantes de dezenas de empresas para discutir aspectos das relações entre a iniciativa privada e as entidades e agentes públicos, coletaram-se subsídios para a redação da primeira versão do Pacto. Essa versão foi submetida a consulta pública durante 90 dias, quando receberam-se sugestões de diversas empresas, entidades e cidadãos.

O texto final contém um conjunto de diretrizes e procedimentos que deverão ser adotados pelas empresas e entidades signatárias no relacionamento com os poderes públicos e que serão divulgados amplamente para o mercado utilizar como referência no trato com as empresas. Seus princípios estão baseados na Carta de Princípios de Responsabilidade Social, na Convenção da ONU contra a Corrupção, no 10º princípio do Pacto Global e nas diretrizes da OCDE.

Esta iniciativa decorre da constatação de que o Brasil não deve continuar pagando o custo social, econômico e político provocado pelos sucessivos casos de corrupção que periodicamente afrontam o país.

Tais episódios de corrupção não são exclusivos de nenhum partido político, de nenhum poder público e de nenhum nível da administração pública. Tampouco eles ocorrem apenas devido a problemas de ordem moral ou ética de políticos e/ou funcionários públicos. Trata-se de um mal que é produto dos mais diversos setores da sociedade e só será mitigado se todos eles se dispuserem a tanto.

Acreditamos que este compromisso voluntário das empresas, em favor da ética nos negócios, deve representar um marco para novos tempos nas relações Estado-iniciativa privada e também nas relações das empresas com o mercado.

* Para ter a íntegra do Pacto clique aqui